Sobre o post

Informação do Autor

Sou Danielly Tavares, Relações Públicas. Minha vida profissional foi da indústria de embalagens á moda, com pit-stop em marketing esportivo até chegar em Gestão de Marcas (branding). Fui trainee na Ana Couto Brading & Desing e hoje faço parte da equipe Interbrand Brasil. Acredito na liberdade, sou sentimental, curiosa, adoro tendências, por isso, também tenho o meu blog: EU VI ISSO, amo brigadeiro, Maple Syrup, Toronto, um bom livro, cinema e uma bela tarde de sono.

Passado do passado, e como fica o presente?

O post de hoje poderia começar com: ‘‘Era uma vez…”, afinal vocês irão se surpreender com o passado ou melhor o início de algumas empresas super conhecidas e que jamais imaginaríamos qual foi de verdade a primeira intenção ao serem criadas.

Minha inspiração veio ao ler um post no blog da The Economist sobre a evolução corporativa de algumas empresas que expandiram os negócios, mudaram de rumo e de história.  Confiram:

Para ler a lista completa, clique aqui

E o nosso tema branding, onde entra em tudo isso?

Primeiro,  as empresas irão expandir seus negócios para todos os lados para lucrar e isso pode acontecer com a criação de uma nova empresa, a flexibilidade de gestão e da própria marca para administrar dentro de um mesmo guarda- chuva focos distintos.

Para pensar nisso, existe uma parte em Gestão de Marcas onde chamamos de Arquitetura de Marcas, basicamente é  pensar como as marcas se relacionam, como se organizam, qual o território de cada uma delas e como podem aportar valor para a marca corporativa e entre elas, é neste momento também,  onde os critérios para criação de marcas são definidos.

Na teoria existem algumas definições para o tipo de arquiteturas de marcas, são elas:

Para chegar na recomendação ideal para cada empresa, começamos com análises para entender os negócios, pesquisas para saber a relevância de cada uma das marcas e também duplicidade de marcas para representar a mesma coisa, com essas informações coletadas, definimos o melhor modelo e nesta caso não tem certo e errado, somente o mais apropriado, afinal todas essas decisões além de estratégicas, acarretaram em mudanças e custo.

Para fechar, a arquitetura de marcas pode ser pensada externamente, marcas que chegam até os clientes, investidores, fornecedores , como também para as marcas internas: programas corporativos, prêmios, já que no final, sempre alguém quer inventar uma marca.

 

Fonte –  Livro: Design de Identidade da Marca | Alice Wheeler

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